domingo, 18 de abril de 2010

Novidades

Fiuk lançará coleção de roupas por grife catarinense

O cantor e ator Fiuk vai assinar uma coleção de roupas para a grife catarinense NGCH.

A nova linha será inspirada no estilo do galã, atualmente no ar como o personagem Bernardo na novela “Malhação ID”, da Rede Globo. Ainda não há previsão de chegada das peças às lojas.

Segundo assessoria do músico, sua opinião será fundamental sobre os figurinos, mas ainda não foi definido se irá se envolver na criação das roupas.

Após cinco anos sem fazer novelas, Tarcísio Filho comemora retorno em 'Malhação ID'





Apesar de ser da velha guarda, Tarcísio Filho esbanja a mesma energia que caracteriza o elenco jovem de Malhação ID. Sempre sorridente e com disposição de sobra evidente no entusiasmo que revela ao se preparar para gravar , o ator paulistano de 45 anos fala com satisfação de Paulo Roberto, seu personagem na novela adolescente. Na trama, ele vive um sério empresário que luta para colocar na linha o filho, o mimado protagonista Bernardo, interpretado por Fiuk. Após cinco anos sem fazer uma novela do início ao fim a última foi Chocolate com Pimenta, exibida em 2004 , o papel marca o retorno de Tarcísio aos folhetins. Mas fazer uma novelinha adolescente, ao contrário do que ele imaginava, não chega a representar um contato mais próximo com o público jovem. Não sei se é por causa da minha idade, mas a galera não vem falar comigo. Acho isso muito curioso, estranha.

Tarcísio confessa que, quando recebeu o convite do diretor Mário Márcio Bandarra, imaginou que o personagem fosse tomar rumo diferente. Isso porque, no início da novela, a corrupção foi apresentada como um dos assuntos polêmicos da temporada. O tema, que seria tratado a partir de ligações obscuras de Paulo Roberto em sua empresa, acabou não se desenvolvendo. Algumas características da proposta original se perderam. De qualquer forma, eu sirvo a uma função muito específica na história, que é ser pai, desconversa.

Apesar de empolgado com a oportunidade de voltar às novelas, Tarcísio não esconde sua preferência por atuar em minisséries. E foi nesse tipo de produção que fez seus papéis de mais destaque nos últimos anos, como o General Neto de A Casa das Sete Mulheres, o jornalista Orlando Lopes de Amazônia, de Galvez a Chico Mendes e o médico Rui em Queridos Amigos. Acho uma delícia fazer minissérie. Sem dúvida, foram meus papéis mais marcantes. Nem sinto falta de personagens contemporâneos, derrete-se.

O ator, no entanto, lamenta que as minisséries já não tenham a mesma qualidade de antigamente. Para ele, as produções estão cada vez mais mecânicas e deixaram de ser um exercício criativo por parte dos diretores. Virou um esquema absolutamente industrial, critica. Com 30 anos de carreira e passagens pela Manchete, SBT, Band e Globo, Tarcísio deixa claro que não está preso a lugar nenhum. Vou para onde me chamam, para personagens legais. Quem não produz, só aceita propostas, avisa.

Sem formação teatral, Tarcísio é enfático ao afirmar que a tevê e o cinema são suas grandes paixões. O interesse pelos estúdios surgiu aos 15 anos, quando ele fazia um estágio na área técnica da Globo, que durou dois anos. E ele garante que o envolvimento com a carreira de ator não foi influência de seus pais, os atores Tarcísio Meira e Glória Menezes. Tudo começou quando ele resolveu expandir seus conhecimentos da área técnica para trabalhar também como ator, de forma a aprender sobre outro lado. Só que eu comecei a gostar do negócio, fui ficando e estou até hoje, conta.

Mergulho no passado

Tarcísio considera que viveu um dos personagens mais interessantes de sua carreira na novela Kananga do Japão, exibida pela Manchete em 1989. A trama criada por Adolpho Bloch, fundador da extinta emissora, retratava os anos 20 e 30 no Rio de Janeiro, quando ele emigrou. Na história, Tarcísio interpretava Júlio, um jovem comunista que morria torturado por Filinto Müller, chefe de Polícia do Rio de Janeiro. Foi uma preparação muito bacana e também muito difícil. O trabalho exigiu um cuidado minucioso porque a novela foi extremamente fidedigna ao que acontecia na época, explica.

Para imprimir mais verossimilhanças às cenas, Tarcísio lembra que, na época, ele e um grupo de jovens atores foram até a casa de Luis Carlos Prestes e passaram o dia conversando com ele, oito meses antes de sua morte. O único arrependimento do ator foi não ter tido coragem de pedir um autógrafo ao militante. Mas valeu a pena só por ter conversado com o Prestes. Ele tinha uma memória impressionante. Ficou das 10 da manhã às cinco da tarde contando histórias sem parar, impressiona-se.

Instantâneas

# A primeira minissérie da carreira de Tarcísio foi Escrava Anastácia, exibida pela Manchete em 1990. Na história, ele interpretava o feitor Arcanjo Fluentes, que se apaixonava pela escrava Anastácia.

# Tarcísio saiu da Globo em 1994 para viver o Alfredo na novela Éramos Seis, exibida no mesmo ano no SBT. Nos anos seguintes, ele fez mais duas novelas na emissora: Sangue do meu Sangue e Os Ossos do Barão.

# Em Queridos Amigos, minissérie exibida pela Globo em 2008, Tarcísio, intérprete do médico Rui, costumava dizer à diretora Denise Saraceni que não precisava fazer laboratórios, já que a história se passava no começo da década de 80. Lembro perfeitamente dessa época, mas a Denise adorava fazer laboratórios. Era engraçado, recorda.

# Tarcísio já atuou em oito longas-metragens. No primeiro deles, aos oito anos de idade, o ator viveu o infante D. Pedro I em Independência ou Morte, em 1972.

Juliana Paes e Fiuk são os mais ‘beijáveis’, segundo pesquisa

Uma pesquisa realizada pelo Habbo Hotel, a maior rede social voltada para o público adolescente do mundo, tentou descobrir quem os adolescentes brasileiros sonham em beijar. Após 48h de votação, acumulando cerca de 38 mil respostas, Juliana Paes encabeçou o primeiro lugar da lista das mulheres e o astro da novela Malhação, o Fiuk, liderou entre os homens.

Atrás de Juliana, aparecem na sequência: Sabrina Sato, Carol Castro, Fernanda Paes Leme e Deborah Secco.

A grande surpresa começa no sexto lugar, ocupado pela personagem Marília Gabriherpes (feita pelo humorista Ceará, do programa Pânico na TV), que ficou à frente de Hebe Camargo, Stefhany, Maria Bethênia e da atriz Fernanda Montenegro, que completam o Top10.

O ranking dos meninos também traz algumas surpresas. Além do primeiro colocado, surgem os Colírios Capricho, o ex-BBB Serginho, o ator Caio Castro e o apresentador Faustão, nas cinco primeiras posições. A lista fica completa com Kayky Brito, Di Ferrero, Richarlyson, Christian Pior e o âncora William Bonner, em décimo.

O Habbo Hotel é uma comunidade virtual presente em 31 países, com mais de 16,5 milhões de usuários em todo mundo.

"Estou surtado há 1 ano e meio com o filme", diz Fiuk em dia de estreia

Falar com Filipe Galvão, ou Fiuk, como ele gosta de ser chamado, é tarefa das mais difíceis. Faltando apenas dois dias pra sua estreia no cinema como um dos protagonistas de As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzki, o novo queridinho do Brasil abriu com muito custo uma brecha na agenda pra falar com o Virgula.

Tivemos dez minutos de papo com o gato e logo no início da conversa ele já avisou: “Só não me chame de galã, isso não é pra mim”. Ok, Fiuk, a gente aceita sua modéstia.

Por que o rótulo de galã te incomoda?
Ah, isso não é pra mim, não me enquadro nessa imagem e não ligo pra isso. Fico até sem graça de ouvir essas coisas.

As Melhores Coisas do Mundo estreia hoje (16). Muita dor de barriga por aí?
Nossa, estou muito ansioso. Eu gravei o filme há um ano e meio e estou surtado desde então. Fico curioso pra ver a reação do público, não sei como as pessoas vão receber e entender a história. É muita ansiedade!

O Rodrigo Santoro se revelou como um bom ator num filme da Laís Bodanzki, o Bicho de Sete Cabeças. Já rola uma comparação entre a projeção que ele teve e a que você pode ter agora?
Imagina! Se existe não é da minha parte. O Rodrigo já tinha sete anos de carreira quando filmou com a Laís e eu ainda estou muito no comecinho da minha como ator.

Você sempre quis ser artista?
Músico eu sempre quis ser, não tem como negar a influência paterna, né? Mas ator é novidade pra mim, não pensava nisso, não. Mas estou adorando atuar.

Você tem conseguido conciliar os shows com a Hori e sua vida de ator?
Não me pergunte como, mas tenho! A gente tá com uma agenda de shows bem apertada, mas tá rolando.

Seu pai curte as músicas que você toca?
Muito. A gente troca muita figurinha, conversamos sobre instrumentos, sempre mostro arranjos novos pra ele, peço dicas. Só Você, que é a nossa música de trabalho, é uma regravação dele e estamos preparando mais uma, mas ainda é segredo.

Você se acha muito parecido com o seu pai?
Costumo falar que sou uma versão anos 2000 do Fábio Jr, haha! Me acho muito parecido com ele, fico de cara quando assisto alguns vídeos do meu pai quando tinha a minha idade. Não é nem tanto pela aparência física, mas pelos gestos, pelo modo de andar, de se mexer.


Você gosta de moda?
Adoro. Gosto de escolher minhas roupas, ter meu estilo. Mas não sou nada ligado em marcas, não me preocupo com preço das peças, nada disso. Só curto me vestir bem.

Você usa muitas roupas coloridas. A inspiração vem dos anos 80?
Vem sim, gosto muito dos anos 80. Até bem pouco tempo eu era muito preto e branco, quase não vestia roupas de outras cores. Aí resolvi experimentar, usar calça vermelha, roxa. Gostei!

Você namora com a mesma menina há dois anos. A relação de vocês mudou muito depois que você ficou famoso?
Hoje a nossa maior dificuldade é a minha falta de tempo. No começo ela não entendia muito bem todo o assédio em cima de mim e acabava sentindo ciúme. Mas agora ela já está de boa, não liga mais.

O que você faz pra manter o corpo. Pratica algum esporte?
Cara, eu sou muito sedentário. Além de estar sem tempo nenhum, não sinto prazer malhando. Todas as vezes que eu tentei ficava pensando que em vez de levantar peso eu poderia estar tocando violão, haha.

E com alimentação, você se preocupa?

Sim. Estou sempre comendo alguma coisa! Sou bom de garfo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário